[Crónica] O Semáforo da Arquitetura
Não há muito tempo, assisti a um espetáculo dos Goela Hiante, no qual Adolfo Luxúria Canibal declamou um poema[1] do norte-americano Lawrence Ferlinghetti, publicado em 1968, que descreve um instante no trânsito, junto a um sinal vermelho, que decorre num simples cruzamento de SãoFrancisco. Às nove da manhã, durante uns segundos, um Mercedes descapotável e […]
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